Preso dentro de mim mesmo o meu corpo é uma cela e meus pensamentos correntes pesadas,enquanto eles disseminam a esperança Deus consola minha dor com a luz da vida ou seja lá o que isso significa agora..
Durante todos os dias desejei não ter desejos e no vazio da minha mente nada mais fazia sentido e na realidade que projetei nada nunca fez sentido de fato,onde fatos são reles interpretações alteradas em tempos em tempos,como ratos em um laboratório e um sádico a nos tortura em seu jogo doentio entre vida e morte.
Chegamos aqui de uma forma mistêriosa e caminhamos para os braços do ceifeiro eles dizem que há um propósito porém como entender o que não funciona fora de folhas manchadas de tinta.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
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